Na Umbanda é notório o fato dás pessoas acreditarem que ao acenderem uma vela para o anjo de guarda estão pedindo uma forcinha ao nosso amigo guardião de nossas coroas(chacra coronário, níveis consciências, lótus das mil pétalas, coroa mediúnica, atman...). Tudo bem que isso realmente ocorre, mas não é somente isso. Eu já presenciei em minha residência energias deletérias, negativas...sendo queimadas no fogo da vela. Ocorre uma espécie de magia branca, envolvendo os nossos Guias espirituais neste processo, que utilizam os elementos para desfazer formas de pensamentos e egrégoras inferiores que pairam na atmosfera da casa, como larvas astrais... afastando da residência alguns espíritos inferiores que sentem medo daquele ponto de luz, que na verdade reúne os elementos água(aquático), que fica no copo, ígneo(fogo da vela), e eólico, que é a fumaça que sai do fogo da vela, ajudando assim a harmonizar o ambiente.
Na maioria dás vezes quando acendemos uma vela para o anjo da guarda na verdade somos nós que estamos ajudando a nós mesmos. Criando uma ponte de nós para o nosso Eu, pois ao acendermos uma vela estamos ativando-acessando a egrégora relacionada ao anjo da guarda no âmbito individual e coletivo, ou seja, não estamos ajudando somente a nós mesmos, e sim a todo uma coletividade universal que acessa, fortalece e precisa desta força contida nesta egrégora. E é esta energia que ajuda a acender a nossa verdadeira vela, que é aquela existente dentro de nossa alma, que desperta algo estritamente interno em nosso ser, como chaves para as portas trancadas e habitadas em nossa essência, fazendo assim um elo com as forças divinas.
Pensando desta forma veremos que também somos o guardião de nós mesmo, pois depende de nossa incitativa buscarmos a luz que nos envolve , e que atrai para perto de nós o nosso anjo da guarda.
Por Carlos JuniorUm Saravá de Amor no coração de todos
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