domingo, 30 de agosto de 2009

Um Amigo do Oriente



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No âmago de palavras saltitantes

No arcabouço das idéias advindas

De meu estado de gratidão extravagante.

Selecionei essas pequenas e únicas pétalas

Crescentes em meu silêncio contemporâneo

Que sensibilizou o pensamento estanho.

Com atitudes simplesmente ligeiras

Homenageio um amigo valorizado

Em cada instante ao meu lado,

Sem exagerar em com a cautela

Precipitada em se falar de algo.

Chamaria de agradecer a um amigo

Que muito ainda tenho a conhecer.


Sem delongas lançaste

Um arquétipo sem regras

Sugando a perseverança.

Não falo da minha esquisitice

Atolada no limite

Amigo caseiro sem fronteiras

Acostumado a prosear com meus palpites.

Falo da sua certeza em mim,

Nas alegrias que dão bom dia

Nas tristezas que dão boa noite.

Nas ocasiões da vida à parte

No descarte das emoções

Mal amadas a melindrar as sensações.

No dharma sem tréguas

Figurado no drama das lamentações

Descortinadas pelo livre ser somente ser.

Sei que andaste no redor

Fazendo o que eu jamais merecia

Se fosse um perseverante ruim de pontaria.

Um ateu sem rumo desconhecedor

Da partida que não adia,

Curva-se adiante de meu chão

Em brasas e corro em direção

Ao que antes não via

Nos degraus que hão de muito ensinar.


Sem delongas mostraste

O pedaço do tudo distante de minhas mãos

Latentes a buscar o vento perseverante

Carregando uma alma inspirada

A voar sobre as montanhas

Contornadas pela minha merkaba livre e perfumada.


Não sou e não serei uma pedra frouxa

Instável as tempestades a lamuriar rachadura.

Mas a todo instante pareço macaquear

Um canteiro morto pela falta do estímulo

D’água perdido a encontrar abertura.

Desavisado nunca e nunca!

Seu longo cajado acompanha as viagens

Da alma sem desistir do nirvana

Que sopra fé em nossas lutas,

Seus braços erguem-me feito Durga

Como um conto de amor Saraswati

Num poema faceiro estilo Sutra.

Assim confesso meu velho do turbante,

Pois a nossa convivência ensina

A ser o que é preciso ser

Sem esmorecer com a flecha perfurante.

E caminho comigo mesmo

Sendo um aventureiro amante

Nas expedições do pão que

Alimenta a mente latente

Gravada na rocha védica do oriente.


Enquanto nada faço você inspira

Algo que preencha o espaço preguiçoso

Choramingado que avassala

O meu estado feudo.

Equilibrando o lado direito

E esquerdo ainda com medo.

Risquei o fósforo inocente

E búdico que dormia

Ao lado de sua família.

Encostei-os nos fios de

Cabelos tênues das duas irmãs

A fortalecer a fé sequelada.

Tipo alma penada ainda encarnada

A sentir o calor arder e morrer

Chorando até derreter.

Na certeza evaporada e conjugal

A noivar com a luz do Oxalá paternal,

Uma vela acesa em cada lado do congá

Antes apagado sem vontade e sem carnaval.

Abracei e senti o amor desse amigo

Curador que risca um fósforo

Erguendo as cores do amor

Na caverna escura que fala mal

Num peito afogado e sem sal.

Viajante das estrelas

Um brilho da Fraternidade Universal.


Um amigo e suas lembranças de outrora,

Da passagem pela Mãe África antiga...

Onde migrou feliz com sua gente...

Após a submersão de seu saudoso continente.

Lá retornou em várias vidas sucessivas

E se tornou o ancião da cura das feridas.

No passado antes desses tempos de África,

Antes desses tempos desérticos,

Nos templos de sua terra.

Desenvolveu e ampliou a mente

Com suas causas e efeitos comummente...

As antigas tradições tribais e sacerdotais.

Conheceu as sete leis universais,

Alimentou-se dos conhecimentos oriundos...

Da cosmogonia Africana com seus Orixás,

Do Egito com suas dinastias e seus faraós.

Da cosmovisão embarcada e vivida na antiga Índia.


Amigo Ancião!

Sua presença conforta os dias diversos

Enquanto espalho por ai um pouco

Da cura e sabedoria da Mãe Tara,

No coração o suave cantar da citara

Om Mani Padme Hum...

Veio dos céus de Avalokistevara.

Canção que embriaga o amor verde

Maha-mata iluminada pela beleza

Da menina Caboclinha Sidarta junto a Tupi,

Deslizando seus cabelos na cachoeira

Ao som da flauta Bansuri.

Deslumbrei o ritmo contagiante da menina cigana

De sari rindo e namastê krishna e Devaki.

Cantando e dançando ao som do coração

Espelhando purpurina de luz rosa

E dourada sem solidão.

Tablas, Erhu, Hamonium...

Todos tocam em minha alma

Sorridente o coral do equilíbrium...

Mentor e Mentora da família entoam AUM.

Oriente que vem de lá

Do amor das estrelas que voam.

Venha nave mãe flamejante sarava

Oxalá...Xangô e Nanã ouvindo o canto nessa lagoa,

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E beije os orixás e sua doce Oxum que ecoa.


Jamais negarei estender as minhas mãos

A jorrar um pouco deste amor aos

Ansiosos pela libertação,

Assim retribuo o que convém

Nos ambientes por onde passo

Seja mentalmente ou sacudindo os

Chacras que brilham em meu espaço.

Onde estarei nunca saberei,

Esse amigo ensinou-me a

Ser o amor em todos os cantos,

Seja no terreiro, nas festas, nos passeios...

Nas viagens, no trabalho, dentro de casa

Sem ninguém fisicamente falando.

Realmente percebo que carrego

Algo bacana que se une

Ao amor deste amigo médico

Sem título acampado em minha casa.

Muitos esforços de minha parte

Pois nada veio de graça.

Então sigo ao seu lado

Vivendo cada momento

Nos desafios da provação.

Felicidades em tê-lo ao meu lado,

Sigo firme nos ideais divinos,

E serei sempre o que me ensinaste a ser,

A continuar na luta,

A ser a verdade em acontecimento

Vivendo sempre com este amor

Hospedado na essência de um coração desenvolvido.

Ps: HTML clipboard Com palavras simples e da forma como gosto de expô-las, resolvi contribuir com uma breve homenagem a um amigo espiritual do oriente que tanto tem me ajudado, não só ele como toda minha família espiritual, aos poucos homenagearei um por um, mas resolvi falar um pouco dele por se tratar de ser o meu Mentor espiritual, ele me ajuda tanto que chego a me sentir envergonhado, sua presença em minha vida é algo que me impressiona, na verdade eu o considero como um membro de minha família, pois diariamente comparece em minha casa e me doa energias e sentimentos de amor fraternais, me convidando para as viagens astrais fora do corpo físico nos trabalhos de assistência aos irmãos necessitados, e nas projeções que me trazem aprendizado nas escolas extrafísicas, um amigo que não precisou falar a respeito, pois me levou pra conhecer e sentir o que significa a lei divina chamada "Fraternidade Universal", um amigo que me prepara com um desenvolvimento voltado para o corpo mental e a bioenergia curativa.

E o que mais me impressiona é a sua forma de me ajudar com as minhas dores, um passe seu faz com que as dores se diluam em uma água corrente, o que demoraria muito tempo para eu me recuperar, é curada e equilibrada no instante em que recebo um abraço desse amigo.

Não haveria como agradecê-lo, pois nos últimos dias passei por alguns pequeninos problemas emocionais que se tornaram grande, e diante de minhas dores me deparei com este amigo espiritual que não arredava o pé de minha casa enquanto eu não me sentisse bem.

A sua presença é tão intensa em minha vida, que no instante em que levanto da cama de manhã cedo, já recebo uma dose de energia deste amigo, que a todo instante me incentiva a não perder a esperança, e jamais deixar de acreditar em meu amor, não importa as dores e seus adeptos, pois tudo faz parte, o que muda é a forma como nos comportamos, agimos e pensamos perante as emoções que fazem parte deste processo, devemos procurar novos rumos consciênciais para continuarmos de pé sem esmorecer com a flecha perfurante, que a todo instante perfura a nossa alma com as dores dos desequilíbrios que flutuam em nossa terra planetária.

Um amigo que me fez notar que os meus sentimentos tornam as coisas possíveis, fazem com que o meu mundo floresça neste Maya de tantos desafios e muitos sentimentos necessitados de auto estima, ativada pela inspiração de uma força derramada das estrelas, e faz com que a felicidade resida em um coração que não desiste de ser o amor e seus passeios, um coração que apenas procura alguns terrenos para plantar este sentimento que canta poesias em meu peito.

Se os caminhos estão difíceis e bloqueados impedindo a minha passagem, eu procuro um atalho para pisar neste mesmo barro seco ou molhado, ou talvez um outro caminho para continuar pisando e jogando as sementes que germinam sentimentos bacanas que falam sobre esta força na vida que incentiva o caminho do meio perante tudo.

Bom, vou ficando por aqui.

Um Sarava de Amor a Todos!

Meu Pai Velho...Eu te amo Muitooooo!!!

Obrigado pela força!

Suas bênçãos e obrigado pela paciência junto a mim, a luta continua linda e bela como sempre foi.


Por Carlos Junior



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